Delegação se prepara para ir ao maior fórum da América Latina. Conheça selecionados

Na próxima semana, nove brasileiros, integrantes da delegação do Diplomacia Civil, participam do maior fórum da América Latina sobre desenvolvimento sustentável, promovido pela Comissão Econômica da ONU para América Latina e Caribe (Cepal) em Santiago, Chile. Entre eles, está o primeiro vencedor da Bolsa Jovem Diplomacia Civil, Erleyvaldo dos Santos.

Criado durante sessão de 2016 no México, o fórum tem o objetivo de dar seguimento e monitorar a implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e suas metas. Já em sua terceira edição, o evento acontece na sede da Cepal e tem como foco todos os países da região, reunindo representantes de Estado, setores privados, sociedade civil, bancos de desenvolvimento, órgãos subsidiários da própria Cepal, agências da ONU e blocos de integração regional.

Como processo preparatório para a viagem, os delegados passaram por cinco Diplo.Labs (workshops) e estão em fase de finalização de seus artigos, com temas voltados ao assunto do fórum – sugeridos por eles mesmos -, orientados por um professor especialista. Já em Washington, a delegação contará, além das palestras e debates do evento, com agenda exclusiva de reuniões e encontros com líderes e especialistas, promovidos pela coordenação do Diplomacia Civil.

Conheça a delegação:
Erleyvaldo Bispo dos Santos é técnico em Agropecuária pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS) e graduando em Engenharia Florestal na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), onde é membro do Laboratório de Sensoriamento Remoto e Climatologia Aplicada, e estagiário de Recursos Hídricos da Agência de Bacia (AGEVAP). Alcançou o 1º lugar estadual no Programa Parlamento Jovem e foi relator voluntário do 8th World Water Forum (2018) e convidado do 4th Global Climate Policy Conference (2018). Atualmente, é integrante da ONG Engajamundo e criador do projeto socioambiental “Águas Resilientes”, o qual busca a mitigação das mudanças climáticas e leva segurança hídrica e educação climática para pessoas em situação de vulnerabilidade, gerando impacto social por um sistema de captação de água da chuva de baixo custo.

Gabriella Prado é graduada em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), possui LL.M em Direito Internacional de Negócios pela Sorbonne International Law School, Paris, e INSEAD Business School, Singapura. Mestre em Direito Internacional Privado e do Comércio Internacional pela Universidade Panthéon-Assas (Paris 2), atualmente é doutoranda em Direito Internacional Privado pela mesma Universidade. É advogada e consultora jurídica, atuando no Brasil e na França, principalmente na área de Direito Empresarial, operações de fusões e aquisições, restruturações de empresas e contratos. Como advogada e consultora, presta assessoria a clientes franceses e estrangeiros para a implantação e desenvolvimento de suas atividades no Brasil, assim como a clientes brasileiros que desenvolvem projetos na Europa. Foi também professora voluntária na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 2018, juíza voluntária no Inter-American Human Rights Moot Court Competition em Washington-DC (2018) e delegate no ECOSOC Youth Forum 2019 em Nova York.

Helena Couto Porto é graduanda em Engenharia Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP), campus de Lorena. Recentemente realizou um intercâmbio como pesquisadora convidada júnior no laboratório de Engenharia Civil e Ambiental da Rice University, em Houston, Estados Unidos, onde desenvolveu uma pesquisa na área de bioremediação de 1,4-Dioxano, toxico de emergente preocupação devido à sua alta concentração nas águas subterrâneas e provável carcinogênico. Envolvida em projetos sociais, foi diretora do grupo de Jovens do Projeto Criança Feliz, projeto desenvolvido por estudantes de Lorena que buscam mudar a vida de crianças e jovens de vulnerabilidade social através da educação. Tem interesses, principalmente, nas áreas de recursos hídricos, resíduos e educação ambiental.

Lívia Brioschi é graduanda em Direito pela Faculdade de Direito de Vitória. É participante do Grupo de Pesquisa Estado, Direito e Democracia, e atualmente elabora artigo sobre a reciclagem dos navios. Já estagiou na Justiça Estadual  e Justiça Federal do Espírito Santo, atuou como bolsista da FAPES na Rede de Internacionalização da Educação no Espírito Santo e escreveu artigo no Jornal Gazeta sobre os refugiados ambientais. Possui grande interesse pelo direito internacional ambiental e direito internacional dos direitos humanos.

 

Maysa Cristina Magalhães Santos é graduada em Direito pela Universidade Federal de Lavras. Durante a graduação integrou o Núcleo de Estudos em Direito Ambiental e desenvolveu pesquisa de iniciação científica nesta área. Estagiou no Ministério Público e na Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais, e realizou intercâmbio na Universidad Nacional de La Plata, na Argentina. Atualmente, é advogada, com escritório particular de advocacia que atua, dentre outros setores, na área de Direito Ambiental e Crimes Ambientais.

 

Natália Cecília é graduanda em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Poliglota e multi-instrumentista, trabalhou como professora de música clássica em projetos sociais voltados para crianças e idosos. Também é bolsista Pibic/CNPq em uma pesquisa voltada para Diplomacia Científica. Foi selecionada como Embaixadora da Brazil Conference Harvard and MIT 2019, onde representou a região sul do país.

 

Natasha Briguet é analista de relações internacionais, graduada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com experiência na área de defesa comercial e acesso a mercados. Atualmente é consultora em uma advocacia de São Paulo, defendendo os interesses de empresas que querem ampliar seu escopo de atuação. Acredita no potencial do comércio internacional como ferramenta para promoção do desenvolvimento econômico sustentável. Pretende atuar na defesa dos interesses de pequenas e médias empresas brasileiras no acesso ao comércio internacional, de forma a impactar positivamente a economia brasileira. Recentemente, foi aceita para realizar seu mestrado na Universidade de Warwick, na Inglaterra, onde pretende realizar pesquisas na área de políticas comerciais voltadas para o desenvolvimento na América Latina.

Rodrigo Zara é graduado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), pós-graduado em Auditoria, Avaliações e Perícias de Engenharia pelo IPOG. Trabalha como engenheiro de avaliações e perícias, perito judicial e está Vereador da cidade de Conquista/MG, como o 5º mais votado. Foi bolsista de Iniciação Científica sobre o sistema de transporte público Bus Rapid Transit (BRT) da cidade de Uberaba/MG. Em 2016 estudou inglês na International House, em Dublin, Irlanda. Participa de programas que envolvem o setor público e educação política, como o Programa Internacional de Seminários em Governabilidade, Gerência Política e Gestão Pública da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ), em parceria com a The George Washington University e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), e cursos da Fundação Estudar. É também voluntário na plataforma de educação política, Politize!, como um Embaixador Politize e é presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, onde trabalha para encontrar meios de melhoria do desenvolvimento intelectual de cada indivíduo.

Thiago Leite Cruz é graduado em Relações Internacionais pela Universidade da Amazônia e em Biologia pela Universidade Federal do Pará. Mestre em Desenvolvimento Sustentável pelo Instituto Tecnológico Vale e pós-graduado em Administração de Negócios pela London School of Business and Finance. Já estagiou no Vice-Consulado Italiano em Belém-PA e em instituições de pesquisa científica como o Centro Nacional de Primatas. Atualmente, trabalha como pesquisador do Instituto Tecnológico Vale, com experiência em avaliação de impactos econômicos e sociais da mineração. Desenvolve estudos objetivando fortalecer a sustentabilidade da indústria de mineração e promover melhor gestão de impactos e benefícios nas comunidades afetadas pela atividade, especialmente na região amazônica.

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