Prazer, delegação do Diplomacia Civil para o CSW64. Representando as mulheres, 100% feminista.

Todo ano a delegação do Diplomacia Civil para o Commission on the Status of Women é formada por mulheres. Esse ano, o CSW64 não será diferente. Dez mulheres de diferentes idades e experiências de vida se juntam para representar o Brasil no maior fórum sobre igualdade de gênero da ONU.

No ano passado, a delegação do CSW63 participou de um painel no NGO CSW em que apresentaram um panorama sobre a condição da mulher no Brasil e o que organizações da sociedade civil têm feito para promover a igualdade e o empoderamento. Veja como foi!

Esse ano, as mulheres selecionadas estão preparando um position paper em que descrevem o cenário brasileiro e apontam caminhos para acelerar a igualdade de gênero e o empoderamento de meninas e mulheres. O documento, que também foi traduzido para o inglês, será entregue a um representante da ONU e a integrantes do governo brasileiro. Esse posicionamento da delegação durante o CSW64 é uma forma de participar ativamente das tomadas de decisão e apresentar soluções que caibam na realidade do Brasil e que façam sentido para a cultura do país.

Esse ano, o CSW64 terá como foco o Beijing +25, que será uma revisão e avaliação da implementação da Declaração e Plataforma de Pequim com o objetivo de ajustá-la para aumentar a contribuição do documento para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que fazem parte da Agenda 2030 da ONU.

Conheça as delegadas do Diplomacia Civil para o CSW64

Aline Mendes é jornalista e pós-graduanda em Marketing e Mídias Digitais pela FGV, foi repórter e editora de jornais relevantes no Brasil. Há mais de um ano, coordena ações de comunicação em gabinete parlamentar na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. Em 2018, esteve no lançamento do livro de Michelle Obama, ex-primeira dama dos Estados Unidos, na Filadélfia. Seus estudos são focados nas áreas de gestão pública e gênero.

Fabiana Herculano é carioca e filha da classe trabalhadora, é defensora da educação pública de qualidade como instrumento de mudança social. Fundou e coordena a Primeira Biblioteca Comunitária de Jacarepaguá. Estudante de direito, é trainee na área de Direito Tributário. Participou de programas da Embaixada Americana, foi aluna do RenovaBR e é líder da Rede de Ação Política pela Sustentabilidade.

Heloisa Helena Diniz de Araujo é advogada, graduada pela Universidade Federal de Uberlândia, tem pós-graduação em Direito Público e em Direito Internacional. Atualmente é mestranda no Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais da Universidade Federal de Uberlândia (PPGRI-UFU) e desenvolve pesquisa sobre Segurança Internacional e Instituições Internacionais.

Letícia Marinho Ferreira é advogada, graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (Campinas), abordou a questão de igualdade de gênero no trabalho de conclusão de curso. Atualmente, integra a equipe trabalhista do escritório de advocacia Zulzke, Mascaro de Tella. Realiza pesquisas relacionadas, principalmente, a gênero – mulher e mercado de trabalho.

Marcela Alves Palis de Vasconcelos é advogada e mestra pelo programa Direito e Desenvolvimento da Universidade de São Paulo. Possui artigos e capítulos de livros publicados e também desenvolve trabalhos profissionais e sociais ligados às mulheres. Tem interesse nas temáticas relacionadas à cidadania, participação social, democracia representativa e deliberativa, direito e relações de gênero e população LGBTI+.

Mônica Alencar cursa o último ano das graduações em Direito, pela Universidade Católica de Pernambuco, e em Ciências sociais, pela Universidade Federal de Pernambuco. Tem interesse pelos temas gênero, criminalidade, segurança pública e políticas públicas, desenvolvendo trabalhos na área de sociologia. Atualmente, estuda hermenêutica endoprocessual em casos de tráfico de drogas, relacionando-os à temática de gênero.

Renata Bravo dos Santos é mestra em Direitos e Garantias Fundamentais e bacharela em Direito. É professora universitária, assessora jurídica no Ministério Público do Estado do Espírito Santo e autora do livro “Feminicídio: tipificação, poder e discurso”. Colunista do jornal A Gazeta ES, recentemente idealizou o projeto Papo 2030 em Vitória/ES, com o objetivo de pensar a construção das cidades com base na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Valéria Paes Landim é fundadora do Observatório Nacional de Candidaturas Femininas. É doutoranda em Direito Constitucional na Alemanha e Mestranda em Direito Constitucional pesquisando Participação Feminina na Política e Candidaturas Fictícias. Estudou na Corte Internacional de Justiça, em Haia/Holanda. Foi voluntária nas causas de violência doméstica, advogando somente para as vítimas. É advogada especialista em Direito Eleitoral.

Vanessa Basso Fiuza é estudante de Psicologia pela Universidade Federal do Paraná, faz estágio no Ministério Público, no Núcleo de Apoio à Vítimas de Estupro. Participou de Conferências Internacionais do Modelo Nações Unidas na Tailândia e nos Estados Unidos. Foi Finalista do Programa de Embaixadores 2020 da Brazil Conference. É fundadora do projeto “Pra Salvar Seu Coração”, que visa prestar apoio psicológico e jurídico à vítimas de estupro.

Yasmin Rosa é estudante de Relações Internacionais na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), começou sua trajetória nos modelos de simulações da Organização das Nações Unidas em 2016. Desde então, já foram 10 simulações, concretizando documentos e discussões de pautas acerca de problemáticas do mundo, com foco em diplomacia e respeito.